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Minu e Wibx usam blockchain nacional para popularizar cripto no Brasil

Empresas lançaram a plataforma Bora, construída em parceria com o ITA, voltada à fidelização com 30 parceiros, entre eles, a Caixa Econômica Federal.

Os brasileiros estão cada vez mais utilizando os programas de fidelização. Segundo o levantamento da Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização (Abemf) o número de usuários cadastrados em programas de fidelidade ultrapassou os 330 milhões no primeiro trimestre deste ano e o faturamento do setor foi de R$ 5,8 bilhões no mesmo período. Diante desse cenário, empresas que oferecem esses programas estão buscando inovações. Prova disso, é o lançamento da Bora, uma plataforma inédita de fidelização e mídia baseada em tecnologia blockchain: muito mais segura para as empresas que oferecem esse benefício a seus clientes.

A Bora já nasce com parceria com os mais de 30 clientes da Minu, incluindo parceria recém-estabelecida com a Caixa Econômica Federal. Vale destacar que a Minu é pioneira no marketing de recompensas e engajamento há 18 anos, com uma carteira diversa em segmentos: aéreo, telecomunicações, varejo, comunicação, entre outros; e a Wibx, empresa que cria soluções nas mais diversas frentes da Web3 com o uso de blockchain em qualquer mercado.

“Nossa joint venture carrega um token Wibx como ponto central da plataforma de mídia e engajamento. O usuário entra gratuitamente, interage e ganha tokens. A partir daí, ele pode adquirir produtos, experiências ou mesmo realizar um pix transformando seus pontos em reais”, explica Pedro Alexandre, CEO da WIBX.

A plataforma plug and play pode ser utilizada em qualquer programa de fidelidade vigente no país, uma vez que a tecnologia será ofertada no mercado no formato white label (uma forma de terceirização, onde o produto final é personalizado com a identidade visual da empresa compradora). Para o usuário, é um aplicativo que integra o programa de fidelidade e para a empresa que utiliza é um sistema eficiente e seguro pelo uso da tecnologia blockchain. O objetivo é que todos ganhem e que os pontos sejam de fato usados pelos usuários.

“Temos o Wibx hub, um ecossistema com diversas plataformas para todo o mercado brasileiro. Um exemplo, no setor de música, o hub une artistas e marcas transformando o fã no centro da atenção. Assim, o fã vai engajar ao ouvir sua música favorita e compartilhar em suas redes sociais ou com um amigo em troca de token que ele usa em experiências reais, como aquisição de ingressos para um festival, troca por produtos ou dinheiro, ou seja, estamos diante da usabilidade real da cripto, mesmo que o usuário não entenda dessa tecnologia, ele usa o token e ganha benefícios instantaneamente”, diz Vilton Brito, CMO da Minu.


Todo seu desenvolvimento tecnológico foi construído em conjunto com o ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica), o que traz muita segurança transacional nos ativos digitais. “Não há nenhum player internacional que faça o serviço dessa plataforma, tanto em termo de tecnologia quanto em distribuição e em segurança transacional, nosso objetivo é levar a tecnologia para o Brasil real, sem barreiras de conhecimento somos um airdrop do mundo real, finaliza Pedro Alexandre. A expectativa é que em um ano, a Bora realize mais de 900 milhões de transações, impulsionando a adoção de blockchain no dia a dia dos brasileiros.

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