
A CPFL Energia trata as redes privativas como estratégicas para o sucesso do seu negócio no país. De acordo com o gerente de Telecom e Sistemas Técnicos da companhia, Eduardo Trepodoro, rede privativa é para a missão crítica. “Ela é uma necessidade operativa da empresa”, assinala o executivo, em entrevista à CDTV, do portal Convergência Digital, durante o Telco Transformation Latam, realizado nos dias 27 e 28 de agosto, no Rio de Janeiro.
Trepodoro ressalta que a CPFL Energia precisa ter a rede funcionando, mesmo que não haja energia. “Por isso as redes privativas são nossas e estão em áreas cruciais”, diz. A expectativa é que a cobertura das redes privativas chegue a 62 cidades com LTE num período de médio prazo. Hoje há uma rede LTE em funcionamento no Rio Grande do Sul e quer também usar em São Paulo, áreas de concessão da distribuidora.
Com relação à Inteligência Artificial, Trepodoro diz que ela chega para potencializar a aplicação. “Quanto mais conectividade disponível nós tivermos, mais possibilidades teremos”. Assista a entrevista com Eduardo Trepodoro, da CPFL Energia.