Sem parâmetro, um servidor está, agora, vazando um dado sensível com a Inteligência Artificial
A afirmação foi feita pelo assessor de Segurança da Informação da Secretaria de Educação do Estado do Rio de Janeiro, Felipe Augusto. O servidor também critica o fato de Educação não ser classificada como uma infraestrutura crítica.
Falta normatização ao Estado para uso da Inteligência Artificial e, neste momento, um servidor está vazando um dado sensível, adverte o assessor de Segurança da Informação da Secretaria de Educação do Rio de Janeiro, Felipe Augusto, ao participar do Tech Gov Fórum RJ, organizado pela Network Eventos, nos dias 24 e 25 de março, no Rio de Janeiro.
“Falta de parâmetros tira o controle do uso da IA pelos servidores públicos. Precisamos avançar rápido. O servidor pode vazar sem saber e sem maldade alguma. A regulação nacional é muito importante, mas cada Estado tem de ter a sua regulação conforme as suas áreas de Segurança, Educação”, pontua.
Para Felipe Augusto, falta objetividade aos Estados para entenderem que inteligência artificial não é de TI, nem da segurança, ela é da área de governança. “Quem tem de dar o primeiro passo para se ter uma regra comum é a alta administração”, assinala.
Felipe Augusto também lamentou o fato de Educação ter ficado fora de ser classificada como infraestrutura crítica. “Isso é um erro grave e precisa ser corrigido”. Assista a entrevista com Felipe Auguto, da Secretaria de Educação do Estado do Rio.





