
A SUSE, especializada em soluções empresariais de código aberto, firmou um acordo com o Governo Federal, no âmbito do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), e passou a integrar o Catálogo de Soluções de TIC com Condições Padronizadas. O modelo estabelece Preços Máximos de Compra (PMC-TIC) para todos os itens do portfólio da empresa, que passam a funcionar como valores de referência para a fase de planejamento das aquisições. Esses parâmetros podem ser utilizados por mais de 250 órgãos do Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação (SISP), além de permitir a adesão de estados e municípios.
A partir desse acordo, passam a integrar esse modelo itens do portfólio da SUSE que incluem serviços profissionais e componentes como o SUSE Rancher Prime, voltado à orquestração de contêineres; o sistema operacional SUSE Linux Enterprise Server (SLES); a plataforma SUSE AI; o SUSE Multi Linux Manager; SUSE Virtualization; e o SUSE Multi-Linux Support, que oferece suporte corporativo a diferentes distribuições Linux.
Em órgãos e instituições do governo que utilizam tecnologia em suas operações, esse conjunto de produtos e serviços pode ser aplicado de forma ampla. Nos casos que envolvem virtualização e a convivência de múltiplas distribuições Linux, realidade comum nesses ambientes, modelos como o SUSE Multi-Linux Support e o SUSE Virtualization podem contribuir para reduções relevantes de custos operacionais, que, em cenários específicos, podem chegar a até 50% (segundo relatos de clientes SUSE), mantendo previsibilidade e continuidade dos serviços.
Para João Pereira, diretor de Vendas da companhia para o setor público, o software open source corporativo é um dos pilares da modernização da administração pública. Segundo ele, esse modelo permite que governos avancem em inovação com mais autonomia, segurança e controle, ao mesmo tempo em que reduzem dependências de plataformas proprietárias e ganham agilidade operacional na gestão de seus ambientes digitais.
“O acordo com a SUSE não é apenas uma economia de escala, é um movimento de independência tecnológica. Ele substitui a dependência de caixas-pretas proprietárias por uma infraestrutura aberta, auditável e portável. Isso garante que o controle dos serviços públicos e dos dados dos cidadãos brasileiros permaneça, em última instância, sob o domínio e a supervisão do Estado brasileiro”, afirma o diretor.





