

O uso da Inteligência Artificial nos órgãos públicos do estado do Rio de Janeiro certamente serão fiscalizados pelo Tribunal de Contas do Estado, especialmente com relação ao compliance e a garantia do bom uso da ferramenta, conta o assessor de Segurança da Informação do TCE, Bernardo Labronici.
O TCE definiu o copilot, da Microsoft, como a sua ferramenta de uso interno, a partir de uma decisão de comum acordo tomada entre a TI e a Segurança da Informação. A convergência foi necessária para assegurar a mitigação das vulnerabilidades. “Na prática, há uma salada de IA e cada um usa a sua. Tem de ter boas práticas de uso. No TCE estamos criando a nossa. O Estado tem de ter uma”, assinala Labronici.
O executivo do TCE admite que inteligência artificial tem de estar ligada à governança. “Cada órgão pode ter a sua, mas a IA tem de estar interconectada e dentro do compliance definido pela gestão do Estado. Uma questão relevante é fazer a validação do uso da IA por um ser humano. “A IA tem problemas, tem viés. Ela tem de ser fiscalizada. São boas práticas de uso para uma ferramenta”, destaca o assessor do TCE. Assista a entrevista com Bernardo Labronici.





