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Verene, do setor elétrico, usa nuvem pública para ERP da SAP

Decisão pela versão pública em nuvem da SAP foi pela soma de três fatores: agilidade na implementação, processos já padronizados e a robustez da marca junto a investidores internacionais.

A Verene, plataforma de investimentos em transmissão de energia controlada por um fundo canadense, criada em 2022, gerencia seis operações e se prepara para a compra de mais sete linhas de transmissão. Essa movimentação vai reposicionar a companhia de forma significativa no setor. O faturamento anual, hoje em torno de R$ 499 milhões, deve alcançar aproximadamente R$ 1,6 bilhão após a integração dos novos ativos. O salto na base de operações de seis para 13 ativos também elevará a empresa a avançar no ranking nacional de transmissoras de energia.

A modernização da infraestrutura de gestão,com a implementação de um novo ERP, se tornou obrigatória. Logo no início das operações, a Verene funcionava com processos de back office terceirizados via BPO, utilizando o sistema do prestador para funções críticas como contas a pagar, receber, contabilidade e fiscal. “Desde o início eu sabia que, para executar a estratégia de crescimento definida pelo acionista, era fundamental internalizar essas atividades e ter controle direto sobre os dados e processos”, explica Ana Graciela Granato, diretora financeira da Verene.

A busca por um ERP adequado começou antes mesmo do aumento mais intenso do portfólio. A Verene contratou a consultoria TGT ISG, especializada em transformação digital e sistemas de gestão. A empresa apoiou na definição de requisitos, elaboração de RFP, análise das propostas recebidas e escolha da solução, o SAP S/4HANA Cloud Public Edition, bem como na seleção do integrador e na gestão da implantação.

A escolha pela versão pública em nuvem da SAP foi motivada por três fatores principais: agilidade na implementação, processos já padronizados e a robustez da marca, especialmente relevante para requisitos de segurança e governança exigidos por investidores internacionais. “É um sistema que já vem preparado para escalar e manter padrões de controle compatíveis com nosso nível de exigência”, reforça a executiva.

O processo de implantação durou cerca de sete meses e contou com um acompanhamento próximo da TGT, com profissionais atuando presencialmente e imersos no dia a dia da Verene. “Eles trouxeram não apenas conhecimento técnico, mas um envolvimento que fez diferença. Vestiram a camisa, buscaram soluções para questões específicas do setor e garantiram que as particularidades da transmissão de energia fossem atendidas”, comenta a executiva. Entre essas particularidades está a obrigação de gerar mensalmente uma exigência específica do setor de transmissão de energia.


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