Claro Empresas: SIM jornalístico 5G reinventa a forma de fazer notícia no Brasil
"O mundo da mídia precisa da tecnologia wireless de alta qualidade para fazer o que sabe fazer bem que é cobrir eventos. O 5G permite essa qualidade em tempo real e favorece os furos de reportagens", conta o gerente de produto da Claro Empresas, Eduardo Massaud. Ele fala ainda das novidades que estão chegando com a maturidade do 5G.

O network slicing, ou o chamado fatiamento da rede, atingiu plena eficácia com o 5G, permitindo estabilidade e alta qualidade mesmo em locais com extrema densidade de pessoas, assinala o gerente de produto da Claro Empresas, Eduardo Massaud.
Em entrevista à CDTV, do portal Convergência Digital, o executivo destaca que o objetivo central é garantir a experiência do cliente por meio do uso dinâmico da infraestrutura e, para isso, ele diferencia soluções como o uso de mochilinks em eventos planejados e o SIM Jornalístico, para coberturas imprevistas, ambos garantindo prioridade de tráfego sem prejudicar os demais usuários da rede.
Massaud também detalha o potencial das ondas milimétricas (mmWave) para transmissões 4K totalmente sem fio não usada pelos usuários massivos da claro, ou seja não há smatphones. Ela tem 400 MGHz e é possível transmitir futebol, fórmula 1 online e qualidade de serviço de ponta. “Isso é o fim dos cabos nas transmissões”, projeta. Também fala da aplicação do QoD (Quality on Demand) em setores como o financeiro e de segurança. Com o 5G já operando em diversas cidades, ele projeta grandes oportunidades em eventos globais, como a Copa do Mundo Feminina.
“O mundo é wireless. E essa tendência é muito clara. Os cabos estão indo para o fim. A tecnologia vai proporcionar capacidade de estar no momento para fazer transmissão com alta qualidade. O mundo da mídia precisa da tecnologia para fazer o que sabe bem que é cobrir os eventos”, completa Eduardo Massaud.





