
No ciclo 2026 do programa Hackers do Bem, os participantes das turmas dos níveis de maior complexidade terão aulas em tempo real com os instrutores. São 2.820 vagas distribuídas em 47 turmas para o nível fundamental e 1.620 vagas em 27 turmas para o nível especializado. As inscrições devem ser feitas pelo portal hackersdobem.org.br. O acesso é universal e gratuito.
O currículo foi desenhado para cobrir desde protocolos básicos até especializações críticas. No nível especializado, o aluno opta por trilhas como Red Team (Ataque Ético), Blue Team (Defesa), GRC (Governança, Risco e Compliance), Forense e DevSecOps (Desenvolvimento, Segurança e Operações).
Para os alunos de alto desempenho, o programa oferece a residência tecnológica. Nesta fase, os estudantes atuam nos Pontos de Presença da RNP em todo o Brasil e recebem bolsas-auxílio. No Brasil, o Hub Nacional de Cibersegurança funciona como o ecossistema que conecta esses formandos a empresas do setor privado e órgãos governamentais. O objetivo é reter talentos no País.
Até o início deste ano, o Hackers do Bem já havia registrado mais de 36 mil alunos certificados nas etapas iniciais. O programa é uma iniciativa da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), organização social do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Amparada pela da Lei de TICs (Lei nº 8.248/1991), ela é a principal política pública brasileira para enfrentar o déficit global de talentos em segurança cibernética.
Estão disponíveis 25 mil vagas gratuitas para nivelamento e nível básico. O objetivo é democratizar o acesso à carreira, com exigência apenas do ensino médio (cursando ou concluído), sem restrição de idade.





