SAP

Brasil poderá ter empresa autônomas em até dois anos

A previsão foi feita pelo líder de arquitetura de soluções da SAP, Rogério Ceccato. "A IA não é uma plataforma independente, ela tem de estar embarcada nos processos de negócios. Esse é o diferencial da empresa autônoma", explica.

O Brasil poderá em até dois anos ter empresas autônomas com todos os processos conectados, acredita o líder de arquitetura de soluções da SAP, Rogério Ceccato. Segundo ele, a plataforma Autonomous Enterprise, lançada em maio pela SAP, começa a ganhar espaço no mercado nacional. À CDTV, do Convergência Digital, Ceccato diz que a Autonomous Enterprise traz uma mensagem clara: a IA não é algo separado

Lançada em maio, a plataforma Autonomous Enterprise redefine a forma como as pessoas trabalham com software corporativos e para ajudar a ter retorno de investimento com o uso dos agentes IA e está chegando às empresas nacionais. Indagado se a plataforma seria apenas para grandes empresas, Ceccato diz que não, mas que é fato que são as grandes empresas sentem dores dos negócios e querem usar os agentes IA.

“Essas empresas querem a visão de futuro que a autonomous enterprise porque ela dá escalabilidade, confiança e segurança aos processos. Na prática, os agentes IA dão liberdade aos usuários para saírem dos processos repetitivos e criarem formas de atuação. Mas há pequenas empresas que já desenham seus processos pensando em agentes IA”, observa o especialista da SAP.

Ceccato reitera que a IA não é uma plataforma independente, ela precisa estar embarcada nos processos de negócios e, aqui entra a SAP, que tem tudo reunido numa única plataforma com forte relevância à camada de dados. “A MRS aplicou a IA no recrutamento e obteve uma melhoria de 60% no perfil de contratações”, exemplificou.

Ceccato também disse que se a empresa quiser dar um CPF ao agente IA, como sugerido pelo CTO&CIO do Grupo EMS, Diego Neufert, em sua participação no SAP AI Tour, ela deve fazer. “O ser humano vai interagir com a máquina e quem tem de definir o que quer da IA é a empresa”, salientou. Sobre a Joule, a IA da SAP, Ceccato diz que ela começa a ganhar espaço nas empresas, especialmente, porque o cliente quer aplicar a IA à realidade do seu negócio. “É a IA no dia a dia mesmo e a Joule é para ser usada assim”, completa. Assista a íntegra da entrevista.


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