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Na busca da soberania digital, Brasil está ficando bem pra trás sem Marco de Cibersegurança

A advertência é do Superintendente Executivo da Anatel, Gustavo Borges. "Não definimos nosso marco e já fomos ultrapassados até na América Latina pelo Chile e Uruguai. Precisamos ter essa direção para todos os setores".

O Brasil está ficando muito para trás por não ter um Marco Legal de Cibersegurança, adverte o Superintendente Executivo da Anatel, Gustavo Borges. “Não falo mais dos países maiores como Estados Unidos e a China, mas de países aqui na América Latina, como Chile e Uruguai, que já definiram seus marcos de cibersegurança. E nós ainda não temos”, lamenta.

Em entrevista à CDTV, Gustavo Borges diz que cibersegurança virou tema central no debate da soberania digital e pede agilidade ao Congresso Nacional. “Precisamos ter uma direção para todos os setores”, reforça. Borges admite que o ambiente é desafiador por conta das eleições e da Copa do Mundo, mas é uma pauta de Estado. “Não existe polêmicas. É uma pauta da direita ou da esquerda. Queremos fazer possível votar”, adiciona.

Borges defende a Anatel como a agência de cibersegurança por atender a demanda de forma muito rápida e com relevância já que telecom é uma das infraestruturas críticas de segurança nacional. Assista a íntegra da entrevista.


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