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Anatel: Brasil está longe de ter concentração na banda larga fixa

Posição foi defendida pelo presidente da Anatel, Carlos Baigorri. "Não temos qualquer preocupação. É um mercado pulverizado. é normal que se consolide".

As aquisições recentes no setor da banda larga fixa, em especial, da compra da unidade de banda larga da Ligga Telecom pela Brasil TecPar, e uma possível compra da Destkop pela Claro, não muda o cenário brasileiro que é o de ter muita concorrência na banda larga fixa.

“Nós (conselho diretor) vemos um mercado extremamente competitivo tanto que tiramos do PGMC a figura do PMS de mercado. É natural que esse mercado se consolide”, atestou na coletiva de imprensa realizada no MWC 2026, em Barcelona.

Baigorri admitiu que há um estudo da área técnica da agência que prevê a possibilidade de concentração de mercado com as aquisições maiores, mas adianta que o relatório não chegou ao Conselho Diretor e insistiu que enxerga nenhum risco ao consumidor ou ao mercado.

“Mesmo em uma cidade com 100% de concentração em um player, não há qualquer barreira para um novo competidor entrar. O custo para se comprar uma outorga nacional de banda larga fixa é de apenas R$ 400,00”, observou. Segundo ainda o presidente da Anatel, o mercado nacional não comporta a presença de 22 mil provedores Internet e banda larga. “Essa fragmentação é enorme e tende a ter consolidação”, completou.


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