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Maior exercício de defesa cibernética do mundo será em setembro e acontecerá em seis estados do país

O Guardião Cibernético reunirá 240 organizaçoes acontecerá em setembro, com sede entre empresas privadas e públicas.

O maior exercício de defesa cibernética do hemisfério sul, o Guardião Cibernético, vai acontecer de 21 a 25 de setembro, reunindo mais de 240 organizações entre Forças Armadas, órgãos governamentais, agências reguladoras, instituições de ensino e operadores de setores estratégicos como energia, água, telecomunicações e finanças. com sede em Brasília, e com hubs em Manaus, Belém, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba.

Considerado uma das principais ferramentas de integração entre o Ministério da Defesa e o ecossistema de inovação, empresas e instituições que atuam com segurança da informação, o exercício fortalece a cooperação entre os diversos atores responsáveis pela proteção das infraestruturas críticas nacionais.

O CESAR, no Recife, foi confirmado como um dos hubs do Exercício Guardião Cibernético 2026 (EGC 2026), o maior exercício de defesa cibernética do Hemisfério Sul. “O CESAR é uma referência aqui na região e é uma forma que as Forças encontraram de estar mais próximas da indústria, dos serviços e do comércio no Nordeste. Nós trouxemos o Exercício Guardião para diversas regiões do país e, aqui em Recife, o CESAR foi uma escolha natural nesse processo de aproximação com os serviços e as indústrias da região”, destaca o General de Divisão Jacy Barbosa Junior, Comandante Cibernético.

O CESAR opera o CISSA, único Centro de Competência em Cibersegurança credenciado pela Embrapii (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial) no país. O credenciamento foi obtido em 2024 e insere o CESAR em um modelo de atuação criado pela Embrapii para impulsionar conhecimento, inovação e competência em áreas tecnológicas estratégicas para o Brasil, por meio de projetos de pesquisa de ponta (deep science) em PD&I.

O CISSA atua em quatro frentes principais, com pesquisa, capacitação de talentos, aceleração de startups (ventures) e conexão entre empresas, governo e instituições de ensino e pesquisa, em linhas de investigação que vão de Gestão de Identidade e Acesso e Proteção e Privacidade de Dados a Inteligência de Ameaças Cibernéticas e aspectos legais, éticos e comportamentais da segurança digital. O centro tem entre seus parceiros institucionais o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI) e a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), além de um conselho consultivo formado por nomes do CESAR, Embrapii, MCTI, Febraban e Google.


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