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Frentes parlamentares e entidades pressionam Senado e dizem que “REDATA tem de votar agora”

Manifesto sustenta que a janela de oportunidade está se fechando e o país pode perder até R$ 100 bilhões. Intenção é votar o PL 278/26 no esforço concentrado dos dias 11 a 13 de agosto.

As Frentes Parlamentares e entidades representativas do setor produtivo signatárias do Manifesto em defesa do PL 278/2026 (REDATA) reforçam o apelo para que o Senado Federal avance com a votação da proposta durante o esforço concentrado dos dias 11 a 13 de agosto. Também pedem a aprovação do PLP 74/2026, que endereça os aspectos jurídico-orçamentário decorrentes da caducidade da MP 1318/2025, primeiro pela Câmara
dos Deputados e, em seguida, pelo Senado Federal.

De acordo com as frentes, a janela de oportunidade para o Brasil atrair grandes investimentos em data centers está se fechando e o Brasil teria a chance de atrair entre R$ 60 bilhões a R$ 100 bilhões. “Enquanto outros países avançam na criação de ambientes regulatórios competitivos, o Brasil corre o risco de ficar para trás na corrida global por investimentos em infraestrutura digital, diante da ausência de um marco capaz de oferecer segurança jurídica, previsibilidade e competitividade aos empreendimentos”, diz o manifesto.

As frentes insistem que “sem o REDATA, persiste a realidade atual em que a instalação de um data center no Brasil é 26% mais onerosa do que nos Estados Unidos e 35% superior à do Chile, por exemplo. O REDATA transformará esse quadro, e o Brasil não pode mais postergá-lo”. As frentes defenderam o aperfeiçoamento do texto para assegurar aos data centers acesso a uma matriz elétrica confiável, diversificada e de baixa emissão. Nesse sentido, manifestaram apoio a Emenda 22, que prevê a utilização de fontes firmes como gás natural, energia nuclear e biometano, complementares às fontes renováveis e essenciais para empreendimentos que operam de maneira contínua.

“O Brasil reúne condições únicas para se consolidar como um dos principais destinos globais de infraestrutura digital. É preciso transformar esse potencial em investimentos, inovação, empregos e desenvolvimento tecnológico”, reforçam. Clique aqui e veja a íntegra do manifesto.


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