
Com o acordo com a PicPay, a TIM retorna ao mercado financeiro depois dos problemas enfrentados na parceria com o C6, e para evitar erros, a tele reviu o modelo de negócio. A principal mudança é o fato de o acordo não envolver aquisição de participação acionária. Na teleconferência dos resultados do 1º trimestre, nesta quarta-feira, 5/5, o presidente da TIM, Alberto Griselli, explicou que o cenário mudou assim como o porte do parceiro também.
“Estamos num momento diferente de mercado. Naquele momento da parceria com o C6, as fintechs tinham uma dinâmica diferente e o C6 era um banco pequeno, uma start-up que estávamos acelerando. Já o PicPay tem uma grande base de clientes e ações na bolsa. Trata-se de um acordo comercial de líderes. O objetivo é similar: ofertar uma proposta melhor de valor para os clientes da PicPay e da TIM com cross selling dos dois lados a um custo de aquisição melhor”, detalhou Grizelli.
No comunicado ao mercado do anúncio da parceria, a TIM reforçou que o acordo foi estruturado sem troca de participação acionária, baseado em ganhos mútuos e sustentáveis. Em breve, as empresas apresentarão as ofertas aos consumidores, que fortalecerão a inclusão financeira e digital dos brasileiros.




