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Rio Grande do Norte investe em governança de TI para ter supercomputador de IA do governo

Estado entrou na disputa pelo supercomputador de IA. "Temos energia renovável em abundância", diz Everton Silva, diretor da COTIC.

Nos últimos cinco anos, o Rio Grande do Norte foi o lanterna na oferta de serviços digitais do índice da ABEP-TIC. De 2025 para 2026, veio o salto. O estado investiu e terminou por receber o selo de evolução de oferta, tendo o reconhecimento do trabalho feito, conta Everton Silva, diretor da COTIC, coordenadoria de TI e comunicações, vinculada à Secretaria da Administração.

“Não somos uma Prod ainda. Acredito muito que temos de ser porque a TI tem de ter orçamento e voz. Não há saúde, educação e segurança sem TI. Estamos trabalhando para ser uma subsecretaria, uma agência. Esse é um projeto”, antecipou Everton Silva. O executivo admite que ainda há serviços manuais e que exigem a presença do cidadão pessoalmente para tratar com o Estado. Mas diz que houve um esforço de digitalização.

Indagado sobre a Oi, Everton Silva diz que o Estado se antecipou e buscou a mudança de provedor diante da crise a tele. Hoje apenas um serviço – o SAMU- está ainda com a Oi, mas já em validação com um novo provedor. “Nos antecipamos para evitar qualquer risco”, pontuou.

O Rio Grande do Norte briga para atrair data centers e está na disputa para hospedar um supercomputador de IA do governo federal. “Temos uma força-tarefa, com a nossa governadora à frente. Há energia renovável abundante no Estado. Mas sabemos que antes de tudo temos de preparar a governança de TI. Sem gestão de TI, não vamos tirar o máximo dessa oportunidade. Mas estamos na briga”, afirma Everton Silva. Assista a íntegra da entrevista com o diretor da COTIC, Everton Silva.


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