Elea Data Center: Com Redata, investimento de curto prazo de R$ 2,5 bi será mais rápido
"A velocidade dos investimentos está ligada à aprovação do Redata. Não vamos deixar de investir sem o benefício, mas o ritmo vai ser mais lento", afirma o chairman Alessandro Lombardi.

O fundo I Squared Capital, dos Estados Unidos, será majoritário e controlará a brasileira Elea Data Centers, após o anúncio do aporte. Ao falar com o Convergência Digital, durante o o TS Data Centers, AI & Cloud Summit 2026, nesta quinta-feira (30/4), em Santana de Parnaíba, Alessandro Lombardi, chairman e fundador da Elea Data Centers, frisou que o fundou não investiu somente na Elea, como também na equipe e, por isso, no dia a dia, nada muda. O próprio Lombardi segue à frente do comando da companhia.
“O horizonte de investimento é muito de longo prazo e abundante, portanto a Elea ficou uma empresa capaz de agora de alocar muito mais do que antes”, destacou. O data center seguirá investindo no País com ou sem Redata, mas a aprovação de incentivos fiscais “ vai aumentar a velocidade de alocação do capital disponível”.
Pelos termos do acordo, a gestora norte-americana ficará com cerca de 67% da companhia, enquanto a Piemonte Holding, do fundador Alessandro Lombardi, manterá participação de aproximadamente 33%. O valor total da transação não foi divulgado, mas a I Squared já se comprometeu a investir R$ 2,5 bilhões no curto prazo e apoiar um plano de expansão estimado em US$ 10 bilhões nos próximos anos. “As expectativas são de que o Redata passe em breve. Se não passar, a gente continua investindo com uma velocidade menor.”





