Nuvem brasileira será uma PPP, mas terá a exigência de capital nacional dos parceiros
Só não está definido qual será esse percentual, afirmou a ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, em entrevista ao Convergência Digital. Ela também não definiu se a nuvem brasileira será ou não uma joint venture.
Em entrevista à CDTV, durante a Febraban Tech 2026, a ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, disse que a nuvem brasileira – anunciada pelo presidente Lula no Rio Grande do Norte – será uma parceria pública privada, mas haverá a exigência de capital nacional dos parceiros. “Só não definimos qual será esse percentual”, afirmou.
No dia 03 de setembro, o governo realiza uma audiência pública virtual para os interessados em participar da nuvem brasileira. “Este momento ainda é de escuta do mercado. Depois vamos fazer a modelagem e soltar o edital até o final deste ano, independentemente dos resultados das eleições. Esse é um projeto de Estado”, pontuou.
Questionada se Telebrás e Dataprev poderão participar, a ministra assegurou que sim, principalmente, no desenvolvimento de soluções e na oferta dos serviços aos mercados público e privado. Esther Dweck também falou sobre o supercomputador de IA. “Nessa contratação, qualquer fornecedor poderá participar, não haverá restrição de ser multinacional ou não. Mas a gestão do supercomputador será do LNCC, no Rio Grande do Norte. A gestão será 100% brasileira”. Assistam a íntegra da entrevista.




