GovernoTelecom

Brasscom defende regulamentação imediata do Redata sem a parte das fontes de energia de baixa emissão

"Essa parte das fontes de energia de baixa emissão está travando a regulamentação. Nós sugerimos fazer a regulamentação com todos os outros pontos acertados e fazer uma sobre essa questão depois. Precisamos acelerar. Quem perde é o Brasil", diz o presidente da entidade, Affonso Nina.

A regulamentação do Redata está travada por conta da inserção do tema fontes de energia de baixa emissão no Senado, adianta o presidente da Brasscom, Affonso Nina, que participou da Futurecom 2026. O executivo disse à CDTV, do portal Convergência Digital, que apresentou a proposta de a regulamentação sair o quanto antes sem esse ponto das fontes de energia de baixa emissão.

“Temos que acelerar e queremos a regulamentação o quanto antes. Nós fizemos a proposta de adiantar tudo que já está acertado”, afirmou Affonso Nina. O executivo admitiu que há dúvidas técnicas com relação à reforma tributária, mas disse que o Redata permite uma legislação ainda não existente no Brasil para o meio ambiente.

Indagado se poderia haver algum data center já beneficiado pelo Redata ainda este ano, o presidente da Brasscom foi cauteloso e disse que tudo depende de quando a regulamentação vai sair e o quão rápido será a habilitação das empresas no benefício tributário. Sobre ICMS, Affonso Nina foi taxativo: O Redata sozinho não resolve uma vez que o ICMS responde por dois terços da carga tributária dos equipamentos. “Entendo os estados só quererem discutir uma possível redução de ICMS depois da regulamentação”, adiciona. Segundo ainda o presidente da Brasscom, a ‘bola agora’ está com o Poder Executivo. Assista a íntegra da entrevista.

Botão Voltar ao topo