InovaçãoMercado

Copel e Grupo Edson Queiroz elegem SAP para modernizar arquiteturas e avançar na IA

As novas arquiteturas de TI da Copel, empresa de energia do Paraná, e do Grupo cearense Edson Queiroz, com atuação em áreas como gás de cozinha, bebidas, eletrodomésticos e mídia, representaram grande passo das empresas para se preparem para um futuro que já acontece. Ao participarem do SAP NOW AI tour São Paulo, Daniel Pimentel Slaviero, CEO da Copel, e Aleksandro Oliveira, CFO do Grupo Edson Queiroz, reiteraram que migração dos modelos legados provocou uma mudança transformacional de sistemas e de cultura de pessoas.

“Havia um padrão Copel, tudo feito em casa, por conta de ser uma estatal. Ao decidirmos ir ao mercado tivemos de realizar cerca de 20 mil customizações e, no momento, estamos no meio do processo de transição para a plataforma SAP, impulsionada pelo ERP e pelo projeto de usar IA. Vamos fazer o go live em junho de 2027, mesmo diante de desafios importantes como a reforma tributária, acreditamos em um projeto de sucesso, alinhado aos nossos objetivos de negócios nessa era de transformação tecnológica”, disse Slaviero.

O CEO da SAP Brasil, Rui Botelho, avaliou que a adoção da solução da SAP possibilitou à Copel a construção de uma fonte para o futuro, tirando da companhia o perfil centrado em si, com todos os seus padrões e protocolos e migrá-la para um padrão global, ganhando muito mais agilidade e capacidade de fazer a grande transformação que a companhia precisa.

Aleksandro Oliveira, do Grupo Edson Queiroz, lembra que a decisão varreu toda a companhia para identificar pessoas, processos e sistemas.  A ideia era entender como encontrar uma plataforma que permitisse garantir o presente e construir o futuro. Assim nasceu o Projeto Genesis, especialmente criado para abarcar toda a transformação digital. “Tínhamos de pensar em como fazer a mudança sem ter muita gente envolvida e causando o menor impacto possível no dia a dia das operações diversas. Também queríamos ter o mínimo de customização possível. E hoje ela está abaixo de 5%”, adianta.

Outro ponto relevante do Projeto Genesis foi ter um PMO, ou seja uma estrutura organizacional dedicada a centralizar, padronizar e supervisionar a gestão. “Tudo é monitorado em tempo real.  Nós já fizemos cinco go lives em 2026 e faremos mais duas ainda. “Mas a nossa grande virada será de 2026 para 2027 quando teremos uma única plataforma de trabalho”, completou Oliveira. As duas empresas – Copel e Grupo Edson Queiroz – admitem que estão iniciando seus projetos de uso da Inteligência Artificial, mas dizem que a modernização dos sistemas é a base para os próximos passos que serão dados.


Botão Voltar ao topo