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Intelbras chega aos 50 anos e quer ir além ao tratar o dado como ativo estratégico do negócio

erente nacional da Intelbras, Marcos Santoro, conta que a empresa criou uma plataforma para treinar os dados de acordo com a necessidade do cliente. Também conta como a segurança, o controle de acesso e o reconhecimento facial se tornam essenciais para residências e empresas.

A brasileira Intelbras comemora 50 anos em 2026 e diversifica sua atuação avançando para a parte da segurança, controle de acesso e reconhecimento facial. Hoje, por exemplo, a Intelbras responde pela solução de acesso, com reconhecimento facial, em diferentes estádios do Brasil, entre eles, o Maracanã. Também está em grandes eventos, como o São João, de Campina Grande. Em todos eles, a missão é reduzir a possibilidade de fraudes e assegurar a segurança do consumidor. Na Febraban Tech 2026, por exemplo, a Intelbras é responsável pelos controles de acesso e reconhecimento facial dos participantes do evento.

Em entrevista à CDTV, do portal Convergência Digital, o gerente nacional de produtos, Marcos Santoro, conta que a missão da Intelbras sempre foi a de evoluir. A atuação começou na telefonia, que ainda é um braço de negócio, passou pela conectividade, com fábrica em Tubarão para a produção local de cabos e fibra, e chegou à segurança, com câmeras de vigilância e soluções de controle de acesso.

“Não estamos pensando em vender hardware e software apenas. Queremos ter o cliente como parceiro. Nossa solução é customizada para as dores do cliente”, diz Santoro. O executivo lembra que, hoje, o dado é o ativo mais estratégico do negócio e um diferencial de concorrência. “Quem trata bem o seu dado, tem mais eficiência”, adiciona. Não por acaso, a Inteligência Artificial está embarcada nas soluções da empresa.

Santoro conta que uma das soluções da Intelbras é voltada para o treinamento dos dados do cliente para qualificar e permitir a análise e a tomada da decisão. “Qualquer decisão hoje exige dado de qualidade. Nos bancos, há squads analisando dados o tempo todo. Ter uma solução de segurança não é mais estanque. Os dados vindos dela servem à estratégia do negócio”, pontua. Assistam a entrevista completa com o gerente nacional da Intelbras, Marcos Santoro.


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