CarreiraTelecom

Setor de Informação e Comunicação gera 1,4 milhão de empregos e paga os maiores salários entre serviços

Números do IBGE dão conta que o segmento movimentou R$ 665 bilhões em 2024 e respondeu por 19% da receita dos serviços não financeiros.

O setor de Informação e Comunicação ganhou espaço na economia brasileira em 2024, com impacto direto na geração de empregos e renda. O segmento movimentou R$ 665 bilhões em receita operacional líquida, equivalente a 19% do total do setor de serviços não financeiros, e empregou 1,4 milhão de pessoas. Os dados são da Pesquisa Anual de Serviços (PAS), divulgada pelo IBGE nesta quinta-feira (27).

O segmento também registrou o maior salário médio entre os serviços pesquisados, equivalente a 4,5 salários mínimos, mais que o dobro da média do setor, de 2,2 salários mínimos. Para o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, os números mostram que a infraestrutura digital tem papel cada vez mais importante no desenvolvimento econômico do país.

“A transformação digital já faz parte da economia brasileira e gera empregos, renda e novas oportunidades. Para que esse movimento continue avançando, precisamos de uma infraestrutura de telecomunicações cada vez mais robusta, capaz de sustentar empresas, serviços e novas tecnologias em todo o país”, afirmou.

Dos 15,9 milhões de trabalhadores empregados pelas empresas de serviços não financeiros em 2024, 1,4 milhão estavam no segmento de Informação e Comunicação, o equivalente a 8,6% do total. Segundo o IBGE, os maiores salários médios estão justamente nos segmentos que demandam mão de obra mais qualificada e apresentam maior produtividade.

O resultado reforça a importância de ampliar a infraestrutura que sustenta a economia digital, incluindo redes de telecomunicações, conectividade de alta capacidade, data centers e tecnologias da informação. Para o Ministério das Comunicações, a expansão dessa infraestrutura cria condições para que novas tecnologias e serviços digitais avancem e contribuam para a competitividade da economia brasileira.


Botão Voltar ao topo