O Bob, assistente da IBM, personifica o assistente para o mundo de desenvolvimento de software e para área de tecnologia. “As empresas estão adotando por esse motivo, porque antigamente, se olhar no passado, era muito a relação entre homem e máquina ou entre ser humano e máquina, e ela era muito fria, entre uma uma tela ou um ou um prompt”, explicou Ricardo Boaretto, gerente-técnico de Plataforma de Dados na IBM Brasil, em entrevista à CDTV, durante o Febraban Tech 2026, realizado em São Paulo entre 24 e 26 de agosto.
O Bob é um serviço da nuvem que conta com diversos componentes de LLM, RAG e um um arcabouço de tecnologias, muitas delas open source inclusive, e rodando em como serviço. “É uma forma diferente de utilização da inteligência artificial por meio de uma moeda virtual”, disse.
De fato, a IA agêntica está transformando a modernização tecnológica dos bancos, especialmente diante do avanço da tokenização, dos ativos digitais e de novos serviços financeiros. Boaretto apontou que a IA nos bancos começou pelo lado histórico e descritivo, usada para gerar resumos, para gerar assuntos que não eram transacionais. Depois, a IA passou a executar uma transação efetivamente.
O executivo deu como exemplo a solicitação de um cartão de crédito para qual uma sperie de requisitos são avaliados antes da concessão, como o risco daquele cliente, o histórico dele, entender quanto de crédito pode ser dado, entre outros pontos. “São diversas ações que uma e IA agêntica precisa realizar para poder definir como que eu vou dar aquele cartão de crédito para aquele cliente.” Assista a entrevista.




