Vivo quer ser um canal de distribuição de Inteligência Artificial para B2C e B2B
A Vivo quer ser um canal de distribuição das plataformas de inteligência artificial, afirmou o CEO Christian Gebara, em entrevista com a imprensa para a divulgação dos resultados do segundo trimestre. A operadora, que já teve um contrato com a Perplexity, agora, fechou com o Gemini, do Google, e com a Adobe, que tem IA na sua plataforma. "A Inteligência Artificial é um serviço de subscrição. Como fizemos com as OTTs, como a Netflix, que passou a ser um serviço ofertado para o nosso cliente, seremos para as empresas de IA. Tivemos um acordo com a Perplexity, temos com o Gemini e queremos fazer com todas. Nosso plano é ser parceiro", afirmou Gebara. Indagado se não temia um aumento relevante no tráfego da rede da Vivo, Gebara disse que não sentiu, até agora, um impacto diferente do uso das redes sociais ou das próprias OTTs. "Os tokens impactam, mas mais no data center, não estamos vendo ainda o aumento de tráfego pela IA", sinalizou. Resultados A Telefônica Brasil (Vivo) divulgou resultados econômico-financeiros do segundo trimestre nesta segunda-feira, 27, indicando uma receita operacional líquida de R$ 15,757 bilhões, ou alta de 7,6% na comparação com o mesmo período do ano passado. Já o lucro líquido da Vivo somou R$ 1,573 bilhão no segundo trimestre, alta de 17% em um ano. Se considerado o primeiro semestre, a tele soma lucro líquido de R$ 2,834 bilhões (+17,9%), em cima de R$ 31,214 bilhão em receitas líquidas (+7,5%) geradas nos seis meses iniciais de 2026. A receita de serviço móvel da Vivo cresceu 6,6% no segundo trimestre, atingindo R$ 10,183 bilhões. A empresa tem 105,1 milhões de assinantes (+2,6% em um ano). O desempenho de abril a junho foi impulsionado pela receita do pós-pago, que avançou 7,9% (para R$ 8,859 bilhões) e passou a totalizar 87% do faturamento de serviços móveis da operadora. No mercado de aparelhos e eletrônicos, a tele faturou R$ 1,048 bilhão – alta de 27,8% que foi o melhor crescimento anual em cinco anos para o negócio. O investimento da Vivo no segundo trimestre aumentou 6,1% no segundo trimestre, para R$ 2,589 bilhões. Ele representa 16,4% da receita no período, contra 16,7% há um ano. "O aumento do Capex ocorreu principalmente devido à expansão do 5G no Brasil, presente agora em 978 cidades (+325 a/a), cobrindo mais de 73% da população, além do aumento do número de casas conectadas com fibra", apontou a empresa.

A Vivo quer ser um canal de distribuição das plataformas de inteligência artificial, afirmou o CEO Christian Gebara, em entrevista com a imprensa para a divulgação dos resultados do segundo trimestre. A operadora, que já teve um contrato com a Perplexity, agora, fechou com o Gemini, do Google, e com a Adobe, que tem IA na sua plataforma.
“A Inteligência Artificial é um serviço de subscrição. Como fizemos com as OTTs, como a Netflix, que passou a ser um serviço ofertado para o nosso cliente, seremos para as empresas de IA. Tivemos um acordo com a Perplexity, temos com o Gemini e queremos fazer com todas. Nosso plano é ser parceiro”, afirmou Gebara.
Indagado se não temia um aumento relevante no tráfego da rede da Vivo, Gebara disse que não sentiu, até agora, um impacto diferente do uso das redes sociais ou das próprias OTTs. “Os tokens impactam, mas mais no data center, não estamos vendo ainda o aumento de tráfego pela IA”, sinalizou.
Internamente, a Vivo está aderindo à IA, mas com cautela . Tanto que a operadora não enxerga, nesse momento, impacto nos custos da empresa. Na parte de uso interno, a Vivo diz que tem adotado IA com controle e parcimônia para evitar um aumento nos custos de tokens.
A Vivo pretende iniciar, em setembro, um piloto mais amplo com agentes de inteligência artificial nos call centers. O desenho apresentado prevê um agente para receber a ligação e outros três tipos de agentes especializados, que atuarão conforme a necessidade do atendimento.
Resultados
A Telefônica Brasil (Vivo) divulgou resultados econômico-financeiros do segundo trimestre nesta segunda-feira, 27, indicando uma receita operacional líquida de R$ 15,757 bilhões, ou alta de 7,6% na comparação com o mesmo período do ano passado. Já o lucro líquido da Vivo somou R$ 1,573 bilhão no segundo trimestre, alta de 17% em um ano.
Se considerado o primeiro semestre, a tele soma lucro líquido de R$ 2,834 bilhões (+17,9%), em cima de R$ 31,214 bilhão em receitas líquidas (+7,5%) geradas nos seis meses iniciais de 2026. A receita de serviço móvel da Vivo cresceu 6,6% no segundo trimestre, atingindo R$ 10,183 bilhões. A empresa tem 105,1 milhões de assinantes (+2,6% em um ano).
O desempenho de abril a junho foi impulsionado pela receita do pós-pago, que avançou 7,9% (para R$ 8,859 bilhões) e passou a totalizar 87% do faturamento de serviços móveis da operadora. No mercado de aparelhos e eletrônicos, a tele faturou R$ 1,048 bilhão – alta de 27,8% que foi o melhor crescimento anual em cinco anos para o negócio.
O investimento da Vivo no segundo trimestre aumentou 6,1% no segundo trimestre, para R$ 2,589 bilhões. Ele representa 16,4% da receita no período, contra 16,7% há um ano. “O aumento do Capex ocorreu principalmente devido à expansão do 5G no Brasil, presente agora em 978 cidades (+325 a/a), cobrindo mais de 73% da população, além do aumento do número de casas conectadas com fibra”, apontou a empresa.



