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Banco da Amazônia quer tirar valor do uso da Inteligência Artificial

Claudio Pinto, técnico sênior de TI da instituição, detalha os pilares técnicos considerados essenciais para a adoção da tecnologia e explica como a instituição vem estruturando sua jornada de inteligência artificial.

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A adoção de inteligência artificial no setor financeiro exige mais do que tecnologia disponível. Para transformar a IA em resultados concretos, instituições precisam combinar qualidade de dados, plataformas adequadas, governança, segurança e capacidade de execução. No Banco da Amazônia (BASA), essa construção está em andamento e envolve a definição de uma estrutura capaz de equilibrar inovação, riscos e geração de valor para o negócio.

Em entrevista à CDTV, do Convergência Digital, Claudio Pinto, técnico sênior de TI da instituição, detalha os pilares técnicos considerados essenciais para a adoção da tecnologia e explica como a instituição vem estruturando sua jornada de inteligência artificial.

O executivo também aborda os projetos em curso no banco, os critérios utilizados para avaliar novos casos de uso e a importância de estabelecer um nível mínimo de maturidade em dados e infraestrutura. Para Pinto, não é necessário esperar que toda a estrutura esteja pronta para começar, mas é fundamental estabelecer bases que permitam evoluir com segurança.

Na conversa, Pinto ainda analisa como o BASA busca equilibrar governança e inovação em um ambiente altamente regulado e quais são os principais desafios para transformar a IA em uma ferramenta efetiva de produtividade, modernização e geração de valor.


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